sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Final de semana....
, tudo, kkkk... Hj mudei meu treino fui correr pela manha , pois amo correr junto ao amanhecer do dia, perfeito...
Obs... Se no proximo sabado vcs animarem , vamos correr, a noite trocamos a balada pela corrida e depois tomamos aquela bem geladinha de premio.... Se quiserem e me escrevam ...
Beijinhos e vou indo nessa pq hj ainda tem malhacao para fechar bem a semana....
Bom final de semana a todos....
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Flores de setembro ,verao chegando....

Diferença entre dieta e reeducação alimentar.
Quem já teve o desprazer de um esforço sem resultado, há meses fazendo regime e nunca vê o ponteiro se mexendo para o sentido certo, ou pior, vê isso acontecer e depois volta ao mesmo ponto.
É preciso checar se não está sempre repetindo os mesmos erros e com isso atrasando a perda de peso. Restrições severas que impedem o ritmo de vida normal duram pouco e ainda deixam as pessoas irritadas. Além de não emagrecer, essas tentativas também podem aumentar a vontade de comer coisas “proibidas.”
Seguir dietas da moda ou que fizeram sucesso com as amigas também não é garantia de emagrecimento. Sempre devemos seguir cardápios individuais, pois somos seres únicos, com necessidades completamente diferentes.
Fazer substituições no seu cardápio por conta própria também pode dar errado. A falta de conhecimento aumenta o risco de desnutrição e pode tornar sua alimentação pobre em vitaminas e minerais.
Fiquem atentos, existe uma diferença entre reeducação alimentar e dieta: a primeira acontece gradativamente com a aquisição de hábitos mais saudáveis e com o tempo torna nossa vida mais prazerosa, porém não tem data para acabar.
Enquanto dieta é uma restrição calórica, em geral realizada por tempo limitado.
Por Fernanda Lage
Agora é tentar mudar e ver as melhoras, q uma boa reeducao alimentar, nos proporciona....
Beijinhos kaka...
terça-feira, 31 de agosto de 2010
ola.
Hoje somos bem informados sobre os benefícios da prática regular da corrida. A questão a ser discutida é: como torná-la atrativa a longo prazo?
Somos muito bem informados atualmente sobre os benefícios da prática regular da corrida. A questão a ser discutida é: como tornar a corrida atrativa a longo prazo?
Para muitas pessoas, talvez a maioria, correr já é algo que traz satisfação pelo fato de promover ganho de saúde e qualidade de vida, porém para muitos, fica clara a necessidade de se estabelecer objetivos bem definidos e metas a serem alcançadas.
Quando propomos um programa de evolução em treinamento de corrida fica clara a necessidade de estabelecer um rumo, desta forma minimizamos as chances de que o corredor perca seu foco durante os treinos. Existem alguns pontos essenciais ao se estabelecer estes objetivos, são eles:
- estabeleça metas a curto prazo (até 3 meses), médio prazo (6 a 12 meses) e longo prazo (a partir de 1 ano)
- Considere suas restrições pessoais
- Respeite as etapas de cada fase
- Se proponha a alcançar objetivos realistas
- Se prepare para alterar seus prazos caso seu planejamento sofra alterações
- Procure um profissional de Educação Física
Ao iniciar seu planejamento o corredor deve entender que para atingir seu objetivo principal ele antes deve passar pelas fases iniciais de sua programação de forma equilibrada, sem sobrecargas em seu aparelho locomotor. A relação coerente entre volume e intensidade dos treinos possibilitará que as fases de seu planejamento sejam ultrapassadas de forma segura.
Imagine seu planejamento sendo representado pela figura de uma pirâmide, sendo que o ponto mais alto é sua principal meta (longo prazo). Quanto maior e mais bem estruturada for a base da pirâmide, maior a altura do ponto a ser alcançado!
Alcancei minha meta e agora?
Outro ponto a ser discutido neste tema é o que fazer quando seu maior objetivo foi atingido. Percebemos que muitos corredores estabelecem metas que são atingidas com certa facilidade e se vêem sem novos desafios, apenas contra o relógio.
Neste momento vale lembrar o ponto de partida deste processo, ou seja, valorizar todo ganho de saúde e satisfação pessoal que a corrida te proporcionou e, a partir daí, voltar a se programar a longo prazo.
Caso tenha perdido interesse em novas distâncias pense em provas em diferentes locações e níveis de dificuldade maiores.
Sem dúvida a satisfação do corredor é o que impulsiona tantos milhões de brasileiros para esta prática esportiva tão saudável, procure através de suas metas sua própria motivação e boa corrida!
Bjs kaka....
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Continuaçao ....
Corra para a academia e fuja da depressão.
Spinning, natação, ciclismo, musculação, dança, boxe, yoga ufa! São tantas modalidades que não faltam opções para suar a camisa e ficar com o corpo em forma. Mas se a princípio os exercícios atraem pelos benefícios dos músculos esculpidos e formas definidas, não é preciso muito tempo para perceber que suas vantagens logo se estendem até a mente.
As pessoas estão sempre atrás de bater metas e cumprir compromissos e isso faz com que a saúde emocional delas fique frágil e vulnerável a doenças como o estresse e transtornos compulsivos.
É fato que o dia a dia frenético faz com que as pessoas se sintam mais pressionadas, solitárias e eufóricas e aí que a atividade física pode entrar como aliada.
Isso porque quando praticamos exercícios físicos, nosso organismo sofre uma série de transformações, como a liberação de hormônios neurotransmissores, as endorfinas, que promovem uma sensação de bem-estar e relaxamento.
Praticar esportes é sempre um ótimo recurso para quem precisa levantar o ânimo e auxiliar o tratamento de males como a depressão e a ansiedade.
Sozinhos, os exercícios físicos não são capazes de curar doenças, mas atuam como excelentes coadjuvantes aos tratamentos médicos.
Por Fernanda Lage
Amanha receita paar vcs....
Bjs kaka :) .
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
uma tema em evidencia.
Peços minhas desculpas, ontem quando postei nao coloquei a fonte, mas q ao formatar deu errado e mandei do jeito q estava... Gente todas as infromaçoes q coloco aqui sao de fontes muito boas, e sempre quero deixar o nome dos pesquisadores para q voces possam confiar mesmo.. Leio varias vezes antes de postar, acho q eu sou a q tem q esta mais bem informada, pois sou eu q posto..... Hj vou falar de um tema comum DEPRESSÃO. Como todos vcs sabem sou um exemplo de determinação atropelei essa pessoa chamada DEPRESSAO com toda minha forca, e foi no esporte q encontrei a cura...
So queria q vcs entendessem q estamos a todo tempo, lidando com esse problema, mas q se vc tiver forca e vontade isso pode mudar, claro q nao e facil, mas possivel sim...Hj sou muito mais feliz, muitas pesoas devem pensar q estou louca ou paranoica com essa nova fase da minha vida, mas so eu sei o valor do esporte na minha vida, e quero q as pessoas,entendam q é possivel vencer, exige um esforco grande, mas no final e compensador... Hj nao tem premio maior do que esta na pista correndo e vendo as pessoas, olharem com os olhos de quero fazer isso tb e o engracado q quando estou na pista faco questao de olhar no rosto das pessoas e é isso q vejo, isso me impulsiona a ir muito mais... Quero poder ajudar muito as pessoas, pois sei como é dificil vc querer e as vezes nao conseguir, mas ai q esta o problema vc tem q querer e vc vai conseguir...
As minhas amigas Nat e mel sabem muito bem disso... E por isso q sou apaixonado pelo esporte e por viver bem...
Um beijao a todas, e pensem , no q sao capazes e se descubram pq vale a pena e muito....
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Pense rápido
Sim, você precisa treinar suas pernas, mas é a cabeça que define o seu ritmo
Por Matt Fitzgerald | Ilustração Richard Downs
Saber dosar o ritmo ao longo de um treino pesado ou uma prova é um objetivo comum a todos os corredores. Talvez você já tenha passado pela experiência de se empolgar demais nos primeiros quilômetros, acelerar em excesso e chegar ao fim cambaleando e respirando com dificuldade. Se sim, é bem provável que, na prova seguinte, você tenha se contido, chegando mais inteiro. Mas, então, aparece um novo dilema: você se torna especialista em correr moderadamente e termina as corridas se sentindo bem até demais — e fica a sensação de que poderia ter forçado um pouquinho mais...

Encontrar seu ritmo perfeito, tentando correr determinada distância no menor tempo possível sem ficar esgotado, é uma arte. Isso acontece porque quando corremos, mesmo se olhamos para o relógio, tomamos como base, em grande parte, nosso instinto: decidimos se devemos acelerar, reduzir ou manter o ritmo de acordo com o grau de desconforto que achamos que podemos suportar.
Até recentemente, a ciência do exercício dava pouca atenção a esse lado mental do ritmo. Se no meio de uma corrida você reduzisse a velocidade até parar, a maioria dos especialistas tentaria dar uma explicação dizendo que a temperatura do seu corpo se elevou demais ou que havia muito lactato (substância que provoca fadiga) circulando em seu sangue. Mas Ross Tucker, fisiologista do exercício na Universidade da Cidade do Cabo (África do Sul), e um grupo cada vez maior de cientistas do exercício acreditam que há um sistema mais complexo
A ciência do ritmo
Foi um pesquisador alemão quem fez com que os cientistas do exercício estudassem a ideia de que o cérebro controla o ritmo. Em 1996, H.V. Ulmer formulou a teoria de que, quando se realiza uma tarefa, o cérebro se volta para o resultado final (a linha de chegada ou o momento em que o cronômetro da esteira chega aos 30 minutos) e trabalha de trás para a frente, a partir do término do evento, calculando quanto esforço você é capaz de fazer e ainda assim concluir o treino. Há vários anos, Ross Tucker e colaboradores, inclusive o renomado fisiologista do exercício sul-africano Timothy Noakes, começaram a realizar experiências com base na teoria de Ulmer, que chamaram de “regulação prevista”, ou seja: o cérebro prevê o período em que o atleta estará correndo e regula o ritmo de acordo com essa previsão. "O cérebro controla o desempenho do exercício para evitar que o organismo chegue a um ponto de falência ou a um nível de esforço que possa oferecer risco", diz Tucker.
O poder do pensamento
E como o cérebro conhece esse limite? “Ele recebe sinais do corpo e os interpreta durante o exercício”, afirma o pesquisador. Então, interpreta a intensidade do exercício e os vários sistemas do corpo (Você tem energia suficiente? Você está bem hidratado? Qual é a temperatura do corpo?) para determinar se o corredor conseguirá terminar a atividade física mantendo o mesmo ritmo. "Em seguida, o cérebro muda o grau de ativação muscular para diminuir o ritmo do atleta ou permitir que ele seja ainda mais rápido", explica Tucker.

Em um dos estudos feitos por ele, dois grupos de ciclistas fizeram testes de tempo em temperatura alta ou baixa. E, como era de esperar, os atletas que se exercitaram em temperatura mais alta foram mais lentos. Mas esses mesmos atletas diminuíram o ritmo, sem perceber, nos primeiros 5 minutos a partir do início do teste, muito antes de a temperatura corporal interna se elevar. "O fato de esses ciclistas terem diminuído o ritmo tão rapidamente indica que as decisões sobre o ritmo são tomadas pelo cérebro, muito antes de qualquer fator fisiológico obrigar o atleta a reduzir a velocidade", diz Craig Kain, psicólogo esportivo e professor no Departamento de Cinesiologia da California State University (Estados Unidos). "Então você não reduz a velocidade porque está quente, mas sim porque há uma previsão de aumento da temperatura."
Embora o processo de “regulação prevista” se destine a evitar que o atleta se machuque, às vezes o cérebro pode ser superprotetor e fazer com que o ritmo diminua antes que seja necessário. E como impedir que o cérebro pise no freio antes da hora? “Fizemos uma pesquisa e concluímos que a melhor maneira de o cérebro aprender é vivenciando experiências”, diz Carl Foster, professor de exercício e ciência esportiva na University of Wisconsin -
Craig Kain sugere mais uma estratégia: treino com split negativo. "Se você correr a segunda metade do percurso em ritmo mais rápido que o da primeira, você ficará treinado para vencer sua mente quando ela tentar reduzir o ritmo durante a segunda parte de uma prova", explica. Essas técnicas de treinamento ajudarão o corpo e a mente a se acostumarem com o esforço necessário para fazer qualquer treino ou competição no ritmo perfeito.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Estou d volta as pistas....

"Correr nos ensina a desafiarmo-nos. A ir além de onde jamais imaginamos que pudéssemos chegar. E ajuda a descobrir do que somos feitos. É isso que somos. E é isso o que importa"
Beijos e ate amanha....